Ao utilizar este site, você concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Uso.
OK
Saiba Já NewsSaiba Já NewsSaiba Já News
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Maringá
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
Leitura: Mulheres ocupam apenas 19% dos cargos nas cortes superiores
Compartilhar
Notificação Mostre mais
Font ResizerAa
Font ResizerAa
Saiba Já NewsSaiba Já News
Search
  • Home
    • Home News
  • Últimas Notícias
  • Maringá
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
  • Categories
    • Technology
    • Entertainment
    • The Escapist
    • Insider
    • ES Money
    • U.K News
    • Science
    • Health
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
© Saiba Já News - Portal de Notícias - (44) 99710-8995 | Todos os direitos reservados.
Destaques

Mulheres ocupam apenas 19% dos cargos nas cortes superiores

Mulheres ocupam apenas 19% dos cargos nas cortes superiores
Mulheres ocupam apenas 19% dos cargos nas cortes superiores
Redação Saiba Já News
Ultima atualização: 22 de Novembro de 2023 21:37
Redação Saiba Já News
Publicado em 6 de Julho de 2023
Compartilhar

A população feminina brasileira, de acordo com o Censo 2022, é de 108,7 milhões de habitantes, tendo o Brasil ocupado o 94º lugar no Índice Global de Diferença de Gênero, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, com um marcador de 0,696. O índice é medido entre 0 e 1 e, quanto mais próximo de 1, mais igualitário é o país. 

A desigualdade de gênero também é refletida no Judiciário brasileiro. Em toda a história republicana do Supremo Tribunal Federal (STF), instalado em 1891, apenas 3 mulheres ocuparam o cargo de ministras, em um total de 169 juízes. Tal assimetria também é identificada nos Tribunais de Justiça estaduais: com base no levantamento do veículo jurídico Migalhas, constatou-se que houve crescimento de apenas 1% no número de desembargadoras em três anos. 

“A falta de representação feminina em espaços de poder tem relação direta com a desigualdade no mercado de trabalho, a violência de gênero e os papéis de gênero impostos desde cedo para as mulheres”, pontua Marcela Carvalho Bocayuva, advogada, sócia-fundadora do escritório Bocayuva & Advogados Associados e coordenadora da Escola Nacional da Magistratura.

De acordo com o relatório, atualmente, as mulheres ocupam 19% das cortes superiores, representando minoria na magistratura. Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que 56,6% dos servidores do Poder Judiciário são mulheres, mas, quanto mais alto o cargo, mais baixo o percentual de ocupação feminina. Para o cargo de juiz substituto, o percentual feminino chega a 42,8%, ao passo que a porcentagem de juízas titulares é de 36,6%. Já entre os desembargadores, apenas 21,5% são mulheres.

“Entre as causas dessa falta de equidade está a dificuldade para as mulheres participarem de concursos de promoção, especialmente quando envolve critérios de merecimento”, afirma Bocayuva, abordando as estruturas patriarcais que dificultam o acesso das mulheres a cargos mais altos. “Avanços atingidos só foram possíveis porque trouxemos à tona o problema da desigualdade”, complementa. 

Para combater a desigualdade de gênero no Poder Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) instituiu a Política Nacional de Incentivo à Participação Feminina no Poder Judiciário em 2018. A resolução propõe diretrizes e mecanismos que orientam órgãos judiciais no incentivo à participação de mulheres em cargos de chefia e assessoramento, em bancas de concurso e como expositoras em eventos institucionais.

Posteriormente, em 2021, o CNJ emitiu a Recomendação CNJ nº 85, que pede que os tribunais observem a composição equiparada em vagas preenchidas por indicação. No segundo semestre deste ano, a presidente do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, deixa a corte e a indicação de seu substituto gera expectativas na luta do combate à desigualdade de gênero no Poder Judiciário brasileiro. 

Para Bocayuva, a representação feminina em locais de poder é imprescindível para que os tribunais consigam refletir a realidade do povo brasileiro. “Uma Corte diversa e que acompanhe a interseccionalidade da sociedade é capaz de produzir decisões mais justas e equitativas”. 

Para saber mais, basta acessar: A disparidade de gênero no Poder Judiciário: por que não mais mulheres? | Exame; (27) Marcela Bocayuva | LinkedIn

WhatsApp

Receba notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal de notícias do Saiba Já News no WhatsApp.

Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Threads Link de cópia
PorRedação Saiba Já News
Seguir
Saiba Já News Portal de Notícias: Fique por dentro das notícias de hoje sobre Maringá e região. Destaques da terceira maior cidade do Paraná, referência em qualidade de vida.
Notícia anterior Yakult participa do 24º Festival do Japão de São Paulo Yakult participa do 24º Festival do Japão de São Paulo
Próxima Notícia Empresa diversifica formas de pagamento para o turismo Empresa diversifica formas de pagamento para o turismo
Veja também
Paço Municipal de Maringá, PR
Prefeitura de Maringá

Maior ganho real em 13 anos: Servidores de Maringá aprovam reajuste salarial histórico

Carlos Jota Silva
Carlos Jota Silva
15 de Março de 2026
Corrida Colorida do Hospital da Criança de Maringá reúne mais de 1,7 mil pessoas
Risco de morte: Bolsonaro apresenta piora na função renal e segue na UTI em Brasília; o estado de saúde do ex-presidente é considerado extremamente grave
Petrobras aumenta diesel em R$ 0,38 para distribuidoras a partir deste sábado com pressão do petróleo no Oriente Médio
Avenida Colombo segue com interdições parciais para obras de manutenção asfáltica neste sábado, 14
Saiba Já NewsSaiba Já News
Siga-nos
© Saiba Já News - Portal de Notícias - (44) 99710-8995 | Todos os direitos reservados.
  • Fale com o Saiba Já News
  • Mídia Kit
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Senha

Perdeu sua senha?