A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), realizou neste sábado, 7, um mutirão para agilizar o encaminhamento de matrículas na rede municipal de ensino. A ação resultou em 600 encaminhamentos para matrículas, incluindo crianças de 0 a 3 anos para vagas em Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) e de alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental.
Durante a força-tarefa, as equipes da Seduc avaliaram se a criança já estava na rede municipal ou não. Na sequência, foi realizado o deferimento da matrícula por meio do Conecta Seduc. Os pais que tiveram autorização da matrícula foram notificados por meio da plataforma (clique aqui para acessar e conferir), com a indicação da unidade escolar que devem procurar na segunda-feira, 9. O trabalho de autorização de matrículas é contínuo e segue na próxima semana.
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A prioridade do mutirão foi atender crianças que ainda não faziam parte da rede municipal de ensino, especialmente aquelas em idade obrigatória. O atendimento concentrou-se em cadastros de alunos vindos de outros municípios, da rede privada ou de outros estados. É importante que pais e responsáveis acompanhem a situação das crianças pela plataforma Conecta Seduc.
A secretária de Educação, Adriana Palmieri, explica que os mutirões vêm sendo realizados de forma contínua. “A Secretaria de Educação tem realizado mutirões ao longo da semana, inclusive após o expediente e aos fins de semana, justamente para agilizar os encaminhamentos e acolher as demandas da comunidade escolar”, afirmou.
A secretária também ressaltou que, mesmo com um planejamento prévio de matrículas e rematrículas, a Secretaria de Educação segue organizando os casos de famílias que perderam os prazos, especialmente quando se trata de idade obrigatória. “Por legislação, nenhuma criança em idade obrigatória pode ficar fora da escola. A vaga é garantida. O que organizamos em um segundo momento são as transferências, muitas vezes solicitadas por questões de rota de trabalho ou preferência da família. O mais importante é assegurar o direito à educação”, ressaltou Adriana Palmieri.

