Secretaria de Saúde apresenta na Câmara de Vereadores de Maringá projeto para crianças com TEA atendidas no PAC

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Repórter Jota Silva - Jornalista | Registro Profissional Nº 0012600/PR
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O projeto utiliza placas ilustrativas, dispostas nas paredes dos consultórios, na triagem e na sala de procedimento do PAC, a fim de apresentar as etapas do atendimento a crianças com TEA (Crédito: Rafael Macri/PMM)

A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Saúde, apresentou nesta terça-feira (16) o projeto “Comunicação Aumentativa e Alternativa da Urgência Pediátrica: Equidade e Humanização no Cuidado ao TEA” na Câmara de Vereadores. Desenvolvida por Karine Brun, diretora do Pronto Atendimento à Criança (PAC), a iniciativa demonstra como soluções simples, inclusivas e de baixo custo fortalecem a humanização no Sistema Único de Saúde (SUS).

Reconhecimento nacional e internacional

O protocolo de atendimento já colhe resultados expressivos:

  • Publicação científica: Foi publicado no início deste semestre na renomada revista Observatório de La Economia Latinoamericana.
  • Premiação local: Conquistou o primeiro lugar na 4ª Mostra de Experiências SUS, realizada em maio, em Maringá.
  • Destaque nacional: O método representará o município no XXXIX Congresso de Secretarias Municipais de Saúde, que ocorrerá entre 12 e 14 de julho, em Porto Alegre (RS).

Como funciona o método na prática

O projeto utiliza placas ilustrativas fixadas nas paredes da triagem, dos consultórios e das salas de procedimento do PAC. Essas placas detalham visualmente cada etapa do atendimento, permitindo que a equipe se comunique de forma clara com as crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

“Em um pronto atendimento, a criança se depara com um ambiente totalmente em desacordo com a sua rotina. Isso já basta para que o atendimento não ocorra de forma eficiente. Já com o método, a criança entende o que está por vir e isso ajuda a diminuir choro, estresse e o tempo do procedimento”, explicou Karine Brun, agradecendo o convite do vereador Luiz Neto para a apresentação.

Além das placas, os profissionais utilizam os “chaveiros da dor”, ferramentas táteis e visuais para que os pacientes consigam indicar exatamente onde sentem desconforto. Durante a sessão, a diretora enfatizou o baixo custo de implementação e o potencial de replicar a ideia em outros ambientes, como escolas, creches ou no próprio convívio familiar.

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Quem é o Repórter Jota Silva — Sou o Jota Silva (Carlos José da Silva), jornalista, programador e fundador do portal Saiba Já News. Com uma longa trajetória na comunicação do Paraná, uno o jornalismo independente aos bastidores da economia, tecnologia e utilidade pública. Sou especialista em mídia digital e edição, traduzindo fatos complexos com agilidade e foco no que mais importa para o leitor. Se você valoriza o jornalismo independente e quer colaborar com o meu trabalho, minha chave PIX é: jsilvamga@gmail.com
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