Será realizada neste domingo, 1º de março, a Corrida SuperaRUN, com largada às 6h30, na Avenida Nóbrega. Promovida pelo Rotary Club de Maringá-Acim com apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), a corrida tem proposta inclusiva e voltada à superação. Ao longo do trajeto, personagens temáticos farão o papel de incentivar e motivar os participantes.
Para a prova, que terá percursos de 7 km e 3,4 km (caminhada), haverá interdições temporárias no trânsito. A Avenida Nóbrega, na pista interna do Bosque II no sentido Avenida Euclides da Cunha, no trecho entre as ruas Cerqueira César e Pandiá Calógeras, terá bloqueio parcial entre essa sexta-feira, 27, e sábado, 28, às 12h, para montagem da estrutura do evento.
Neste sábado, 28, a partir das 12h, a via será totalmente interditada, permanecendo bloqueada para o tráfego de veículos até domingo, 1º, após o término da corrida e a desmontagem das estruturas. A orientação é que os motoristas redobrem a atenção e fiquem atentos às sinalizações provisórias durante o período de interdição.
O secretário de Mobilidade Urbana, Luciano Brito, destaca o apoio do município à iniciativa. “A SuperaRUN é uma corrida que promove inclusão, superação e integração social, o que é nosso interesse. Prestaremos apoio não apenas na segurança viária, mas também com estrutura e logística, ajudando a garantir organização e um bom evento para os participantes”, afirma.
O secretário de Esporte e Lazer, Paulo Biazon, ressalta que a corrida tem como princípio unir pessoas e promover igualdade. “É uma iniciativa que valoriza a superação individual e fortalece a convivência e o respeito. É um orgulho apoiar um evento que coloca a inclusão no centro da prática esportiva”, assegurou.
Lilian Cabrera, do Rotary Club Maringá-Acim e organizadora da SuperaRUN, diz que a corrida transforma discurso em prática. “Muita gente fala de inclusão. Nós colocamos na rua. Não é um evento separado. É o mesmo percurso, a mesma estrutura, pessoas com e sem deficiência compartilhando o mesmo espaço. Isso muda mentalidades, mostra que inclusão é convivência e pertencimento, além de dar visibilidade à causa”, ressalta.
Para ela, a receptividade durante as inscrições superou as expectativas. “Não é só uma corrida, é uma causa. Muitas pessoas se inscreveram pelo propósito. O público PCD abraçou o projeto, porque é um evento feito com eles, não sobre eles”, ressalta Lilian Cabrera.

