Por que os serviços financeiros de nicho podem ser a próxima tendência de finanças incorporadas

Por Repórter Jota Silva
Serviços financeiros

Na economia digital acelerada de hoje, o panorama dos serviços financeiros está evoluindo rapidamente, com empresas buscando formas inovadoras de atender às necessidades em constante mudança de consumidores e empresas.

Uma tendência disruptiva que ganhou força são as finanças incorporadas. Essa tendência visa capacitar empresas financeiras e não financeiras a oferecer produtos e serviços financeiros por meio da tecnologia, a fim de desbloquear fluxos de receita e criar um novo paradigma para serviços financeiros.

A ascensão das finanças incorporadas

As possibilidades de finanças incorporadas são vastas, desde pagamentos incorporados em plataformas de comércio eletrônico até transações de frações incorporadas em aplicativos fintech. De acordo com a Bain & Company, os serviços financeiros incorporados ao comércio eletrônico e outras plataformas de software excederão US$ 7 trilhões até 2026 . Esta pesquisa destaca que a demanda crescerá porque a proposta “melhor juntos” promete melhorar as experiências do cliente e o acesso financeiro.

Ao alavancar a tecnologia, as empresas podem integrar recursos financeiros em seus aplicativos existentes, proporcionando uma experiência de usuário mais conveniente. A tendência está sendo impulsionada pela crescente demanda por soluções financeiras personalizadas e integradas, à medida que consumidores e empresas buscam maneiras mais eficientes e convenientes de gerenciar e aumentar suas finanças. Por exemplo, observe o rápido crescimento da recém-lançada conta de poupança de alto rendimento da Apple .

No coração das finanças incorporadas está a tecnologia baseada em API que fornece a base para a integração de produtos e serviços financeiros. Essas plataformas são projetadas para serem API-first e nativas da nuvem, oferecendo uma ampla gama de recursos que permitem que as empresas criem e lancem soluções financeiras incorporadas com velocidade e agilidade.

Créditos: forbes.com