Ao utilizar este site, você concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Uso.
OK
Saiba Já NewsSaiba Já NewsSaiba Já News
  • Home
  • Últimas Notícias
  • Maringá
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
Leitura: Fim do G7: Lula mantém posição e pede negociação entre Ucrânia e Rússia sem conflito
Compartilhar
Notificação Mostre mais
Font ResizerAa
Font ResizerAa
Saiba Já NewsSaiba Já News
Search
  • Home
    • Home News
  • Últimas Notícias
  • Maringá
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
  • Categories
    • Technology
    • Entertainment
    • The Escapist
    • Insider
    • ES Money
    • U.K News
    • Science
    • Health
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
© Saiba Já News - Portal de Notícias - (44) 99710-8995 | Todos os direitos reservados.
Brasil

Fim do G7: Lula mantém posição e pede negociação entre Ucrânia e Rússia sem conflito

Após G7, Lula mantém posição sobre guerra na Ucrânia
Carlos Jota Silva
Ultima atualização: 22 de Maio de 2023 07:58
Carlos Jota Silva - Jornalista | Registro Profissional - MTE Nº 0012600/PR
Publicado em 22 de Maio de 2023
Compartilhar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na noite deste domingo (21), em declaração à imprensa, após participar da Cúpula do G7, no Japão, que mantém sua posição sobre a guerra entre Ucrânia e Rússia. O conflito militar no país europeu, invadido pela Rússia, foi um dos temas centrais do encontro, que contou a participação do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

“Ouvi atentamente o discurso do Zelensky no encontro. Ele certamente ouviu o meu discurso atentamente no encontro. E eu continuo com a mesma posição que estava antes. Estou tentando com a Índia, a China, a Indonésia e outros países, construir um bloco para a política de paz no mundo”, afirmou o presidente a jornalistas, ainda em Hiroshima, antes de embarcar de volta ao Brasil.

“O mundo não está precisando de guerra, o mundo está precisando de paz, de tranquilidade, para o mundo voltar a crescer e distribuir riqueza para quem passa fome no mundo”, acrescentou. Muito questionado sobre o assunto na coletiva de imprensa, o presidente respondeu que não foi ao encontro do G7 para discutir a guerra. Afirmou que foi debater economia e questões climáticas, e que há um foro específico, a Organização das Nações Unidas (ONU), para resolver o conflito entre russos e ucranianos.

“Eu disse no meu discurso que a discussão da guerra devia estar sendo feita na ONU. Eu sou presidente há cinco meses e nunca fui convidado para uma reunião na ONU para discutir a guerra. É na ONU que tem que ter [o debate]”, disse. Em seguida, fez uma provocação ao Conselho de Segurança da entidade.

“Por que o Conselho de Segurança não discute? Porque os que se envolvem na briga são membros. Então, não tem ninguém para discutir paz, porque estão todos envolvidos. São os membros do conselho que vendem armas, são os membros que fazem guerra. É preciso mudar a lógica de funcionamento das Nações Unidas”.

Mais cedo, o próprio governo brasileiro havia informado que a organização da reunião bilateral entre Lula e Zelensky não foi possível por dificuldade na conciliação das agendas dos dois líderes mundiais. O governo brasileiro sugeriu mais de um horário, mas não houve acerto.

“O fato é muito simples. Tinha um encontro bilateral com a Ucrânia, aqui nesse salão, às 15h15 [de domingo]. Esperamos e recebemos a informação de que eles tinham atrasado. Enquanto isso, atendi o presidente do Vietnã e quando o presidente do Vietnã foi embora, a Ucrânia não apareceu. Certamente teve outros compromissos, não pôde vir aqui. Foi simplesmente isso que aconteceu”, explicou.

Em entrevista, o presidente ucraniano confirmou a dificuldade. “Encontrei todos os líderes. Quase todos. Todos têm suas agendas próprias. Acho que é por isso que não pudemos encontrar o presidente do Brasil”. Questionado se ficou decepcionado por não ter conseguido realizar essa reunião, Zelensky respondeu: “Acho que ele que ficou decepcionado”.

Cúpula

O G7 reúne lideranças dos sete países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. Até 2014, a Rússia integrava o grupo, que era conhecido como G8. Ela, no entanto, foi expulsa devido à anexação da Crimeia, até então vinculada à Ucrânia.

As cúpulas do G7 costumam contar com a presença de países convidados. Nesta edição, o Brasil é o único representante sul-americano. Também foram convidados Austrália, Coreia do Sul, Vietnã, Índia, Indonésia, Comores e Ilhas Cook. O governo brasileiro chegou a ser informado pelos japoneses há algumas semanas que a ida de Zelensky a Hiroshima era uma possibilidade.

O presidente ucraniano aproveitou a oportunidade para buscar mais apoio na guerra contra a Rússia. A organização de uma reunião bilateral entre Brasil e Ucrânia foi inicialmente um pedido do país europeu.

Neutralidade

O Brasil é um dos países, como a Índia e a China, que vem proclamando publicamente uma postura de neutralidade na guerra entre a Ucrânia e a Rússia. Por isso, países europeus e os Estados Unidos, que apoiam os ucranianos no conflito, faziam pressão para que Lula e Zelensky se reunissem. Embora não tenha conversado pessoalmente com o presidente brasileiro, Zelensky chegou a ter um encontro com o premiê da Índia, Narendra Modi.

Durante a coletiva, Lula foi questionado sobre o formato desse coletivo de países que querem atuar pela paz na Ucrânia, e o presidente brasileiro falou da necessidade de um cessar-fogo imediato.

“Só é possível discutir a paz quando o Zelensky e o Putin quiserem discutir a paz. Não é possível construir uma proposta em guerra. O que nós queremos é que, primeiro pare a guerra, parem os ataques e vamos tentar dialogar para construir uma saída entre Ucrânia e a Rússia”.

Ainda segundo o presidente, no momento, não há interesse das partes em falar sobre a paz. E, para que haja uma negociação, os dois lados terão que ceder em alguma medida. “O Celso Amorim [assessor internacional da Presidência] foi lá na Rússia e depois na Ucrânia. E o Amorim falou que, por enquanto, eles não querem conversar sobre paz. Se um tem uma proposta, é a rendição do outro, se o outro tem uma proposta, é a rendição do primeiro. E ninguém vai se render. Negociação não é rendimento. E vai ter um momento que vão querer uma negociação”.

WhatsApp

Receba notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal de notícias do Saiba Já News no WhatsApp.

Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Threads Link de cópia
PorCarlos Jota Silva
Jornalista | Registro Profissional - MTE Nº 0012600/PR
Seguir
Jota Silva (Carlos José da Silva) Comunicador e empresário paranaense, fundador do portal Saiba Já News. Referência nos bastidores da política e consultor de imagem, atua com capilaridade nacional através de rádio, TV, eventos e redes digitais. Seu trabalho é uma das forças mais influentes do Norte do Paraná. Saiba mais no link: https://gravatar.com/jsilvamga
Notícia anterior Biden anuncia pacote de ajuda militar de US$ 375 milhões para Ucrânia
Próxima Notícia Precisa de dinheiro? Limite de crédito do BNDES para a Fomento Paraná cresce 20%
Veja também
Câmara Municipal de Maringá

Guto Silva recebe título de Cidadão Honorário de Maringá nesta terça-feira,17

Carlos Jota Silva
Carlos Jota Silva
15 de Março de 2026
Maior ganho real em 13 anos: Servidores de Maringá aprovam reajuste salarial histórico
Corrida Colorida do Hospital da Criança de Maringá reúne mais de 1,7 mil pessoas
Risco de morte: Bolsonaro apresenta piora na função renal e segue na UTI em Brasília; o estado de saúde do ex-presidente é considerado extremamente grave
Petrobras aumenta diesel em R$ 0,38 para distribuidoras a partir deste sábado com pressão do petróleo no Oriente Médio
Saiba Já NewsSaiba Já News
Siga-nos
© Saiba Já News - Portal de Notícias - (44) 99710-8995 | Todos os direitos reservados.
  • Fale com o Saiba Já News
  • Mídia Kit
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Senha

Perdeu sua senha?