Ministério Público encerrada investigação contra a Câmara de Maringá

Após auditoria rigorosa, Ministério Público descarta irregularidades em salários de vigias da Câmara de Maringá e arquiva inquérito civil.

Repórter Jota Silva
Repórter Jota Silva - Jornalista | Registro Profissional Nº 0012600/PR
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Fachada da Câmara Municipal de Vereadores de Maringá, no Paraná.

Após uma auditoria técnica completa, o Ministério Público do Paraná (MPPR) concluiu a investigação sobre os salários pagos aos vigias da Câmara de Vereadores de Maringá e determinou o arquivamento do inquérito civil. A decisão foi categórica ao apontar que não houve qualquer irregularidade, ato de improbidade administrativa ou prejuízo ao erário.

A apuração conduzida pelo promotor de Justiça Leonardo da Silva Vilhena contou com o suporte do Núcleo de Apoio Técnico Especializado (Nate) do MP. Foram analisados minuciosamente os registros biométricos de ponto, holerites e toda a documentação da folha de pagamento dos servidores. A conclusão apontou que os valores recebidos corresponderam estritamente aos serviços prestados, em total conformidade com a legislação municipal vigente.

Transparência e modernização administrativa

Durante todo o processo, a Câmara de Vereadores de Maringá colaborou de forma integral com o Ministério Público, fornecendo dados e esclarecimentos dentro dos prazos legais.

O despacho do MP também destacou de forma positiva as medidas de gestão adotadas pela atual Mesa Diretora. Antes mesmo do encerramento da investigação, a Casa de Leis implementou a terceirização dos serviços de vigilância — medida em vigor desde julho de 2025 —, o que gerou uma redução significativa de custos para os cofres públicos e foi classificada pelo promotor como uma decisão acertada de gestão.

“A conclusão da auditoria confirma o cumprimento rigoroso das leis nas decisões administrativas da Casa, reforçando o compromisso com a responsabilidade fiscal, a transparência e o respeito ao dinheiro público.”

Com o arquivamento definitivo, o Ministério Público encerra o caso, validando a legalidade dos atos praticados pelo Legislativo maringaense.

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