O ecossistema de inovação do Paraná ganha um reforço de peso neste primeiro semestre de 2026. A Universidade Estadual de Maringá (UEM) confirmou o início das obras de seu Parque de Ciência e Inovação, um projeto ambicioso que promete transformar o conhecimento acadêmico em soluções de mercado e novos negócios.
Investimento e estrutura do novo polo tecnológico
Com um investimento de R$ 24 milhões provenientes do Governo do Estado, o espaço contará com uma área total de 3.761 metros quadrados dentro do câmpus da UEM em Maringá. O cronograma prevê:
- Início da licitação: Março de 2026.
- Prazo de execução: Previsão de dois anos para pleno funcionamento.
- Capacidade: Suporte para até 50 deep techs (startups de base científica focadas em problemas complexos).
Integração entre ciência e mercado
O reitor da UEM, Leandro Vanalli, destaca que o parque será o elo entre o tripé ensino, pesquisa e extensão e o setor produtivo. “Ter um local destinado a esses projetos, atraindo mentes com expertise na produção de conhecimento, é muito positivo para a universidade e a sociedade”, afirmou Vanalli.
O ambiente será aberto a todas as áreas da instituição, fomentando a propriedade intelectual, a transferência de tecnologia e a estruturação de parcerias público-privadas.
Benefícios para a região e o setor público
Além de fortalecer Maringá como um hub de tecnologia, o parque otimiza a aplicação de recursos públicos. Ao oferecer uma estrutura pronta para a inovação, o Estado e as agências de fomento garantem um retorno mais rápido e qualificado para a população através de novos produtos e serviços.

