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EXCLUSIVO: Vereadora Giselli Bianchini detalha violência política após defender anistia a presos do 8 de janeiro, Bolsonaro e figuras militares

Nota de Repúdio ANDATERRA em defesa de Giselli Bianchini: Fatos configuram "violência política"

Vereadora Giselli Bianchini detalha violência política após defender anistia a presos de 8 de janeiro, Bolsonaro e a figuras militares
Carlos Jota Silva
Ultima atualização: 7 de Janeiro de 2026 17:03
Carlos Jota Silva - Jornalista | Registro Profissional - MTE Nº 0012600/PR
Publicado em 10 de Dezembro de 2025
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A vereadora Giselli Bianchini (PP), de Maringá, se tornou alvo de um ataque político orquestrado por partidos de esquerda e movimentos radicais após um corajoso discurso proferido na Câmara Municipal na última quinta-feira, 4.

Cerca de 40 líderes sindicais e militantes de partidos políticos de esquerda (PT, PC do B e PSol) ocuparam o plenário da Câmara de Vereadores de Maringá. Com gritos de “Sem Anistia”, “Fascista”, “Golpista” e “Ditadura nunca mais”, o grupo manifestou repúdio a um discurso feito pela vereadora na sessão anterior.

Vídeo Exclusivo

O Estopim da Crise

O motivo direto da manifestação hostil foi o posicionamento de Giselli Bianchini em defesa da anistia a todos os presos pelo STF após os atos de 8 de janeiro, além de sua defesa ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro e a figuras militares.

  • Confusão: vereadora Giselli Bianchini (PP) sofre tentativa de intimidação após defesa de valores e crítica à esquerda

Em depoimento exclusivo ao Saiba Já News, Giselli Bianchini detalhou a intimidação, classificando a ação como uma “violência política” direcionada a ela por ser “mulher e vereadora eleita”.

“Eu sofri realmente uma violência política, pois sou mulher. E ali vieram várias entidades da esquerda, vieram sindicalistas que deveriam estar trabalhando, homens que vieram agredir uma mulher vereadora eleita”, desabafou a parlamentar.

Cerceamento, Ofensas e Medidas Legais

A vereadora ressaltou o cerceamento de sua prerrogativa constitucional, afirmando que foi impedida de falar e teve seu direito de palavra cerceado em meio ao tumulto, que também silenciou seu convidado, o Dr. Jeferson Rocha.

A agressão verbal foi intensa, com xingamentos como “fascista”, o que a motivou a buscar reparação legal.

“Eu fui chamada de fascista, de vários nomes pejorativos, vários xingamentos. Nós tomaremos as medidas necessárias porque eu acho que isso não pode acontecer, ainda mais com uma mulher vereadora, mãe de três filhas”, declarou a vereadora, confirmando que irá processar os manifestantes por calúnia, difamação e injúria.

🚨 Solidariedade Institucional e Resposta da Vereadora

O ataque gerou uma forte reação de apoio à parlamentar. A ANDATERRA (Associação Nacional de Defesa e Apoio à Terra) emitiu uma Nota de Repúdio veemente, manifestando repúdio às agressões e tentativas de silenciamento.

A nota afirma que os fatos “configuram, em tese, violência política contra a mulher, nos termos da Lei nº 14.192/2021” e menciona o possível enquadramento no art. 326-B do Código Eleitoral (crime de ação pública incondicionada, punível com reclusão de 1 a 4 anos). A ANDATERRA ainda exige a responsabilização dos autores e defende a realização de uma Sessão de Desagravo.

Em resposta à nota e aos ataques, a Vereadora Giselli Bianchini publicou um agradecimento e um posicionamento firme:

“Agradeço imensamente à ANDATERRA pela solidariedade e pelo posicionamento firme diante dos ataques que tenho sofrido. Seguirei defendendo Maringá com coragem e transparência, sem jamais ceder a intimidações ou tentativas de silenciamento. Minha missão é servir à população com princípios, verdade e compromisso e nada disso será abalado por agressões políticas. Seguimos mais fortes, pelo bem da nossa cidade.”

Confusão: vereadora Giselli Bianchini (PP) sofre tentativa de intimidação após defesa de valores e crítica à esquerda

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