Em pleno ano eleitoral, o eleitor de Maringá, do Paraná e do Brasil precisa estar mais atento do que nunca para não ser manipulado por quem não tem nada a oferecer ao debate público. Existe uma figura recorrente e oportunista no cenário atual: o político que, sem brilho próprio e sem relevância, age como um verdadeiro urubu na carniça. Ele não constrói; ele apenas circula o trabalho alheio à espera de uma chance para atacar, destruir e tentar herdar os restos de fama, imagem e votos.
É exatamente essa a postura que vemos em Homero Marchese. Um “ex-qualquer coisa” que, sem capital político para crescer por mérito, escolheu o caminho mais baixo da política: a desonra sistemática. Como sabe que sozinho não tem densidade para se reeleger em 2026, ele se torna um sanguessuga de reputações, tentando usar a humilhação de outros políticos como degrau para sair do esquecimento.
A tática dele é clara, rasteira e perigosa: trocar o ódio pelo seu voto.
- Ele não apresenta soluções; ele apenas aponta dedos.
- Ele não debate ideias; ele tenta “roubar” a imagem de quem realmente trabalha.
- Ele não tem luz; ele tenta apagar a luz dos outros para que a sua insignificância não apareça no escuro.
Não se deixe enganar. Quem foca em destruir não tem capacidade para liderar. Homero Marchese não quer construir um futuro; ele quer sugar a relevância alheia através da ofensa e da baixaria. O eleitor consciente sabe que quem age como urubu, alimentando-se da destruição dos outros, não tem nada de positivo para oferecer ao Paraná ou ao Brasil. No dia da eleição, o lugar de quem vive de ódio e humilhação é o ostracismo, não o poder.
Homero Marchese: ódio trava o progresso
Quando um político em ano eleitoral não tem brilho próprio e escolhe agir como um urubu na carniça, ele não está apenas tentando ganhar votos; ele está destruindo a possibilidade de progresso. É exatamente o que vemos na tática do ex-deputado estadual Homero Marchese: o uso da humilhação como degrau político.
A cultura do ódio, alimentada por figuras que agem como sanguessugas de reputação, gera um ciclo vicioso que trava o país:
- Paralisia de Projetos: Em vez de discutir soluções para a economia ou segurança, o tempo público é gasto limpando a lama lançada por quem só sabe atacar.
- Afastamento de Lideranças Reais: O ambiente tóxico criado por Marchese afasta pessoas preparadas da política, deixando o caminho livre para quem vive de polêmicas vazias.
- Insegurança e Desunião: O ódio divide a sociedade e impede parcerias que trariam investimentos e melhorias para a vida das pessoas.
Homero Marchese, o “ex-qualquer coisa” que tenta trocar o ódio pelo seu voto, sabe que não tem propostas que sustentem sua candidatura. Por isso, aposta no ataque sistemático para “roubar” a imagem de quem realmente constrói. Ele é o símbolo do político que prefere ver o circo pegar fogo para ser o dono das cinzas.
O progresso exige diálogo e trabalho. Quem se comporta como urubu, esperando a queda alheia para sobreviver, prova que é um obstáculo para o futuro. Em 2026, o eleitor deve escolher: o barulho do ódio de Marchese ou o silêncio produtivo de quem realmente faz a diferença.


