Prefeitura amplia proteção contra dengue em mais seis UBSs de Maringá nesta quarta, 29

O município aplica técnica de Borrifação Residual Intradomiciliar. Outras 15 UBSs, além de outros pontos de grande movimentação de pessoas, já receberam a proteção neste ano.

Repórter Jota Silva
Repórter Jota Silva - Jornalista | Registro Profissional Nº 0012600/PR
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A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Saúde, realiza nesta quarta-feira, 29, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Alvorada I, Vila Esperança, Mandacaru, Morangueira, Zona 7 e Vardelina a aplicação da técnica de Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI Aedes) e a instalação de Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs). A ação faz parte de um trabalho contínuo de combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor das doenças dengue, zika e chikungunya.

A medida é focada em locais com grande movimentação de pessoas. Até o momento, 15 UBSs já receberam a borrifação, além das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Zona Sul e Zona Norte, Hospital Municipal, escolas municipais e Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis), entre outros pontos.

“Queremos que os espaços públicos onde há maior circulação de pessoas deixem de ser pontos de transmissão. Com a aplicação da técnica BRI e o uso das estações que disseminam larvicida, estamos criando uma barreira de proteção direta nessas unidades. Estamos monitorando os dados e aplicando o que há de mais moderno para conter a proliferação das doenças e garantir o bem-estar dos maringaenses”, comenta o secretário de Saúde, Antônio Carlos Nardi.

Conforme o último boletim de controle da dengue, divulgado em 23 de abril pela Vigilância Epidemiológica, foram registrados 84 casos da doença no município em 2026. “Os números são baixos, mas não podemos recuar nos cuidados. Precisamos ficar atentos a qualquer recipiente que possa acumular água e eliminá-los, principalmente durante dias chuvosos como nesta semana. Pedimos que no feriado do Dia do Trabalhador, as pessoas possam tirar um tempo do seu dia para olhar o quintal e fazer uma limpeza, ampliando o combate contra o mosquito”, finaliza o secretário.

Métodos inovadores – O BRI se trata de aplicação e fixação de inseticida em superfícies porosas como paredes e rodapés, criando uma barreira protetora que permanece ativa por até seis meses, impedindo o pouso e a desova do mosquito.

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Já as EDLs são armadilhas feitas com recipiente de plástico recoberto com tecido ou tela com larvicida em pó, que mata as larvas dos mosquitos. Além disso, quando o mosquito tem contato com uma EDL para a postura de ovos, é impregnado pelo larvicida e dissemina o produto impedindo o desenvolvimento de novas larvas e mosquitos.

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Quem é o Repórter Jota Silva — Sou o Jota Silva (Carlos José da Silva), jornalista, programador e fundador do portal Saiba Já News. Com uma longa trajetória na comunicação do Paraná, uno o jornalismo independente aos bastidores da economia, tecnologia e utilidade pública. Sou especialista em mídia digital e edição, traduzindo fatos complexos com agilidade e foco no que mais importa para o leitor. Se você valoriza o jornalismo independente e quer colaborar com o meu trabalho, minha chave PIX é: [email protected]