O avanço do frio em Maringá traz um alerta para o aumento das doenças respiratórias, especialmente a gripe. Para conter o avanço do vírus, a campanha de vacinação contra a influenza segue ativa em 34 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e na Sala de Vacina da Secretaria de Saúde. O objetivo do município é imunizar pelo menos 90% das 177 mil pessoas que integram os 16 grupos prioritários.
De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, a imunização é fundamental para reduzir o número de internamentos, complicações clínicas e óbitos na população-alvo.
Proteção antes do inverno
A pressa em procurar os postos tem uma justificativa biológica: o imunizante precisa de tempo para blindar o organismo. O secretário de Saúde de Maringá, Antônio Carlos Nardi, reforça que a população deve procurar as unidades o quanto antes.
“O aumento de casos de doenças respiratórias é comum nessa época do ano. Mas as pessoas podem se prevenir contra a gripe, por exemplo, em nossas unidades de saúde e evitar o adoecimento”, destaca Nardi, lembrando que a vacina leva, em média, 10 dias para fazer efeito.
Onde se vacinar em Maringá
O atendimento descentralizado busca facilitar o acesso dos moradores. A vacina está disponível nos seguintes locais:
- 34 Unidades Básicas de Saúde: O atendimento ocorre em quase toda a rede, com exceção das unidades Quebec e Jardim Andrea.
- Sala de Vacina da Secretaria de Saúde: Localizada na Avenida Prudente de Morais, 885, na Zona 7.
Para conferir a lista completa de endereços e os horários específicos de atendimento de cada local, a prefeitura disponibilizou o cronograma oficial em PDF.
Quem faz parte dos grupos prioritários?
A mobilização é direcionada a públicos específicos que apresentam maior risco de desenvolver quadros graves da doença ou que atuam em serviços essenciais:
- Crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias;
- Idosos com 60 anos ou mais;
- Gestantes e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto);
- Trabalhadores da saúde e professores (do ensino básico ao superior, público ou privado);
- Pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou deficiências permanentes;
- Profissionais das Forças Armadas, Forças de Segurança, Salvamento e trabalhadores dos Correios;
- Trabalhadores da limpeza urbana e pessoas em situação de rua;
- Povos indígenas, quilombolas e comunidades do sistema de privação de liberdade.
O que levar: Para garantir a dose e atualizar o cadastro no sistema de saúde, o cidadão deve apresentar a carteirinha de vacinação, o CPF e um documento que comprove o vínculo profissional ou a condição médica que o inclua no grupo prioritário.




