Saiba Já NewsSaiba Já NewsSaiba Já News
  • Home
  • Saiba mais
  • Maringá
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
Notificação Mostre mais
Font ResizerAa
Font ResizerAa
Saiba Já NewsSaiba Já News
Search
  • Home
    • Saiba já
  • Saiba mais
  • Maringá
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo
  • Categories
    • Technology
    • Entertainment
    • The Escapist
    • Insider
    • ES Money
    • U.K News
    • Science
    • Health
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
© Saiba Já News - Portal de Notícias - (44) 99710-8995 | Todos os direitos reservados.
Saiba Já News > Saiba mais > Destaques > Brasil > Supremo Tribunal Federal > Paraná defende no STF distribuição mais igualitária de royalties de petróleo pagos aos estados

Paraná defende no STF distribuição mais igualitária de royalties de petróleo pagos aos estados

O objetivo do Paraná, de outros 19 estados, do Distrito Federal e da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que representa cerca de 5.300 cidades, é de que a aplicação da Lei nº 12.734/2012 seja destravada pelo STF.

Royalties pagos pela exploração de petróleo no Litoral brasileiro
Exploração de petróleo no Litoral brasileiro
Carlos Jota Silva
Ultima atualização: 7 de Maio de 2026 14:15
Carlos Jota Silva - Jornalista | Registro Profissional - MTE Nº 0012600/PR
Publicado em 7 de Maio de 2026
Compartilhar

A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) defendeu nesta quarta-feira (06), no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), que os royalties pagos pela exploração de petróleo no Litoral brasileiro sejam distribuídos de maneira mais igualitária entre os estados. A ação busca destravar a aplicação da Lei nº 12.734/2012, aprovada pelo Congresso Nacional para tornar mais justa a distribuição dessas receitas, mas que desde 2013 está suspensa por decisão cautelar.

O objetivo do Paraná, de outros 19 estados, do Distrito Federal e da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que representa cerca de 5.300 cidades, é de que a aplicação da lei seja destravada pelo STF. Em 2013, a ministra Cármen Lúcia acatou um pedido de estados confrontantes a áreas de exploração para suspender a decisão do Congresso Nacional por meio de cinco Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI), prejudicando a distribuição de riqueza entre todos os entes da Federação.

—— CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ——

Representando o Paraná e os estados do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul), o procurador-geral Luciano Borges defendeu que a distribuição dos royalties não pode ser meramente pela sorte de o estado confrontar uma área de exploração.

“Queremos um país em que os estados produtores sorteados por uma loteria geográfica [sejam beneficiados], ou um Estado em que as riquezas do País sejam distribuídas entre todos os entes subnacionais? Foi esse o espírito que redundou na promulgação da lei de 1953, que criou a Petrobras, de que o petróleo é um bem da nação”, afirmou. “O propósito é que a riqueza seja distribuída de forma igualitária entre todos, para que se diminuam as desigualdades sociais e regionais.”

O procurador também destacou o grande volume de recursos advindos dessa exploração e que, hoje, ficam restritos a poucos estados. “Entendemos que naquele momento em que foi dada a liminar, a realidade da exploração de petróleo no País era outra. Os royalties estavam em torno de R$ 20 bilhões, e em 2022 atingiu R$ 118 bilhões, enquanto que os estados não confrontantes tiveram prejuízo de R$ 189,7 bilhões nesse período”, explicou.

A proposta dos estados e CNM discutida no STF é de que a aplicação da lei aconteça a partir de maio de 2026, com uma transição de sete anos para adaptação dos estados confrontantes. Além disso, seria aberto mão da cobrança de valores retroativos e a exclusão da negociação sobre a margem equatorial, tema que ainda demanda melhor definição sobre regulação e questões ambientais. “Não existe espírito de nós contra eles. Existe o espírito de uma nação única, de que a riqueza deste País, como o petróleo, é um bem da nação”, acrescentou Borges.

—— CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ——

Outro ponto na argumentação do Paraná diz respeito à propriedade territorial da União, onde ocorre a exploração do petróleo e os efeitos disto. “A exploração de petróleo não acontece em águas rasas. Ela acontece a mais de 200 quilômetros da costa e eventual dano não ocorre exclusivamente no estado produtor, tanto que as licenças avaliam e aferem correntes marítimas para verificar a extensão de eventual dano”, disse, citando também o vazamento de petróleo ocorrido em Araucária, no ano 2000. “A Petrobras teve que pagar ao Paraná mais de R$ 1 bilhão em virtude de um vazamento que aconteceu na refinaria.”

Por fim, Borges defendeu a necessidade de se utilizar a legislação aprovada em 2012. “Quando se passou à exploração offshore em Sergipe, em 1969, a distribuição não era para os estados confrontantes, mas sim para a União. Só em 1985 é que se inseriu a terminologia ‘estados confrontantes’, por conta da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. Isso mostra que nós distribuímos petróleo hoje como distribuíamos em 1985, com as mesmas linhas, desconsiderando que a exploração do petróleo saiu, em 1997, de aproximadamente R$ 208 milhões em valores atualizados para R$ 118 bilhões em 2022”, finalizou.

Integram o pedido os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, membros do Codesul; o Distrito Federal e os estados do Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins, além da CNM, que representa mais de 5.300 municípios. A votação deve começar nesta quinta-feira (7)

Exploração de petróleo no Litoral brasileiro.

Receba as notícias do Saiba Já News no seu WhatsApp:



Entrar no Canal
Tags:combustíveisexploração de petróleoroyalties de petróleo
——— PUBLICIDADE ———

Veja também

Prefeitura reforça proteção infantil na Expoingá 2026 com pulseiras de identificação por QR Code

Deputada Maria Victoria (PP) participa da abertura oficial da Expoingá
Rastreamento em tempo real moderniza transporte escolar no Paraná
Quinta-feira de calor e ventos fortes precede chegada de frente fria no Paraná
Vereadora Giselli Bianchini participa de sessão solene na Câmara de Londrina; o deputado federal Filipe Barros recebe Título de Cidadão Benemérito
——— Samsung ———
——— Rádio Azul ———
Ad imageAd image

Categorias

  • Home
  • Saiba mais
  • Maringá
  • Paraná
  • Brasil
  • Mundo

Política

Congresso Nacional derruba veto presidencial e aprova PL da Dosimetria
Congresso Nacional derruba veto presidencial e aprova PL da Dosimetria
Congresso Nacional Política
Ricardo Barros é a favor da dosimetria para as pessoas que participaram da manifestação de 8 de janeiro de 2023 e que foram desproporcionalmente condenadas.
DOSIMETRIA SIM! Ricardo Barros é a favor da dosimetria a condenados do 8 de janeiro e defende derrubada de veto presidencial
Política

Previsão do tempo

Quinta-feira de sol e redução da instabilidade no Paraná
Previsão do Tempo
Saiba Já NewsSaiba Já News
Copyright © 2026 Saiba Já News – Portal de Notícias. Todos os direitos reservados. Contato: (44) 99710-8995 | Maringá, PR.
  • Fale conosco
  • Mídia Kit
  • Sobre nós
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Senha

Perdeu sua senha?