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Liberação de água radioativa de Fukushima leva proibições e pânico a chineses

Liberação de água radioativa de Fukushima leva proibições e pânico a chineses
Vista da usina de Fukushima, no Japão 22/8/2023 Kyodo via REUTERS
Carlos Jota Silva
Ultima atualização: 22 de Novembro de 2023 21:41
Carlos Jota Silva - Jornalista | Registro Profissional - MTE Nº 0012600/PR
Publicado em 25 de Agosto de 2023
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O Japão começou a liberar, nesta quinta-feira (24), a água radioativa tratada da usina nuclear destruída de Fukushima no Oceano Pacífico. A decisão causou polêmica e levou a China a anunciar a proibição imediata de todos os produtos do mar japoneses.

Nesta quinta-feira (26), os consumidores chineses ficaram longe das barracas de frutos do mar e correram para estocar sal após a condenação de Pequim à liberação de água radioativa em Fukushima pelo Japão.

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Durante as últimas semanas, os meios de comunicação estatais da China e autoridades do governo têm criticado repetidamente o plano, dizendo que o governo japonês não tinha provado que a água liberada seria segura, enfatizando o perigo para os países vizinhos.

Horas depois que o Japão foi adiante com a liberação da água em Fukushima, a China emitiu uma proibição geral de todos os produtos aquáticos do Japão.

No mercado de frutos do mar de Jiangyang, no distrito de Baoshan, em Xangai, dois vendedores disseram que a administração do mercado visitou as barracas na tarde de ontem e solicitou a remoção de produtos japoneses.

Embora os frutos do mar japoneses não estivessem mais à venda, alguns vendedores expressaram preocupação de que os clientes seriam dissuadidos de comprar qualquer fruto do mar, independentemente da origem.

“Acho que isso influenciará um pouco as pessoas que comem frutos do mar, mesmo que não sejam do Japão, não há nada que possamos fazer a respeito”, disse um vendedor de sobrenome Wang, que não forneceu seu primeiro nome por razões de privacidade.

Antes da ação na usina nuclear destruída de Fukushima de quinta-feira do Japão, “muitas pessoas vinham aqui todos os dias”, disse Chen Yongyao, funcionário de uma loja de congelados em Jiangyang. Agora, segundo ele “ninguém está comprando”.

Demanda por sal

O estatal Grupo Nacional da Indústria de Sal, maior produtor de sal comum do mundo, apelou às pessoas para não entrarem em pânico nas compras, em um comunicado divulgado na noite de quinta-feira, assegurando aos consumidores que estava aumentando a produção e que o déficit seria temporário.

O sal também era um produto importante na China em 2011, após o desastre nuclear inicial de Fukushima. Além das preocupações sobre a potencial contaminação do sal marinho, existe também uma crença generalizada na China de que o sal iodado pode ajudar a proteger contra o envenenamento por radiação.

O Japão criticou a China por espalhar “alegações cientificamente infundadas” e afirma que a liberação da água é segura, observando que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) também concluiu que o impacto que teria nas pessoas e no ambiente era “insignificante”.

usina nuclear destruída de Fukushima
Usina nuclear destruída de Fukushima

Entenda

Água residual de Fukushima começa a ser lançada no oceano

O governo japonês assinou o plano há dois anos e recebeu autorização do órgão de vigilância nuclear da Organização das Nações Unidas (ONU) no mês passado. A descarga em Fukushima é um passo fundamental no descomissionamento – ações de recuperação de áreas degradadas da usina de Fukushima, depois que ela foi destruída por um tsunami em 2011.

A operadora Tokyo Electric Power (Tepco) informou que a liberação começou às 13h03 (no horário local) nesta quinta-feira (24), e não identificou nenhuma anormalidade.

No entanto, a China reiterou firme oposição ao plano e disse que o governo japonês não provou que a água despejada é segura.

“O lado japonês não deve causar danos secundários à população local e mesmo mundial devido aos seus interesses egoístas”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China em nota.

Tóquio, por sua vez, criticou o país por espalhar “afirmações cientificamente infundadas”.

O Japão afirma que a liberação de água é segura, observando que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) também concluiu que o impacto nas pessoas e no ambiente é “insignificante”.

O Japão solicitou que a China suspenda imediatamente a proibição de importação de frutos do mar e busque uma discussão sobre o impacto da liberação de água com base na ciência, disse o primeiro-ministro Fumio Kishida. 

O Japão exportou cerca de US$ 600 milhões em produtos aquáticos para a China em 2022, tornando-se o maior mercado para as exportações japonesas, com Hong Kong em segundo lugar. 

A primeira descarga de água residual, totalizando 7,8 mil metros cúbicos – o equivalente a cerca de três piscinas olímpicas de água– ocorrerá ao longo de cerca de 17 dias.

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PorCarlos Jota Silva
Jornalista | Registro Profissional - MTE Nº 0012600/PR
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Jota Silva (Carlos José da Silva) Comunicador e empresário paranaense, fundador do portal Saiba Já News. Referência nos bastidores da política e consultor de imagem, atua com capilaridade nacional através de rádio, TV, eventos e redes digitais. Seu trabalho é uma das forças mais influentes do Norte do Paraná. Saiba mais no link: https://gravatar.com/jsilvamga
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