A sessão ordinária da Câmara Municipal de Maringá desta terça-feira (07) movimentou o Legislativo local com uma pauta extensa. No total, os vereadores analisaram 11 projetos de lei e oito requerimentos de informação direcionados ao Poder Executivo, cobrando transparência e melhorias para o município.
O grande destaque da sessão foi a derrubada unânime de um veto do prefeito, sinalizando a postura firme do plenário em relação à sinalização de trânsito na cidade.
Transparência no trânsito: derrubada de veto por 20 votos
Em discussão única, os parlamentares decidiram rejeitar, de forma categórica, o veto total 1.063/2026 aplicado pelo Poder Executivo ao projeto de lei 12.174/2026. A proposta rejeitada pela prefeitura, mas agora defendida pela Câmara, é de autoria conjunta dos vereadores Mário Hossokawa e Italo Maroneze.
A matéria determina a obrigatoriedade da aplicação de películas refletivas vermelhas nas colunas de radares eletrônicos de fiscalização de trânsito em Maringá.
O objetivo da proposta: Garantir maior visibilidade aos motoristas, promovendo o caráter educativo da fiscalização e evitando o que críticos costumam chamar de “indústria da multa”. Com a rejeição do veto por 20 votos, o projeto segue para promulgação pela própria Mesa Diretora da Câmara, caso o Executivo não o faça.
Raio-X da sessão ordinária
Além do debate sobre os radares, a Casa de Leis manteve um ritmo acelerado de votações para dar vazão às demandas da comunidade.
| Tipo de proposição | Quantidade analisada | Status principal |
| Projetos de lei | 11 | Debatidos em diferentes turnos (incluindo o veto rejeitado). |
| Requerimentos de informação | 8 | Aprovados e encaminhados à prefeitura. |
Os requerimentos de informação aprovados cobram do Executivo dados detalhados sobre a aplicação de recursos públicos, andamento de obras e prestação de serviços essenciais na saúde e infraestrutura dos bairros de Maringá.
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